Pensar e Olhar - Tudo

24/01/2005

A atuação do jornalismo no mundo contemporâneo

No mundo contemporâneo o jornalismo toma vários rumos, criam-se frentes diferenciadas de atuação da profissão, que abrangem desde as assessorias de imprensa dedicadas a divulgar o interesse de grupos econômicos, tanto nacionais quanto internacionais. Como também nasce uma nova forma de pensar na notícia e da sua produção na sociedade democráticas, com a popularização tecnológica dos meios de disseminação dos fatos e das opiniões.

Não existe uma única vertente da realização da notícia e da sua veiculação que não esteja sofrendo de uma transformação profunda na relação tanto da gênese do fato jornalístico quanto da sua abrangência no universo de leitores.

O jornalismo se fixou na segunda metade do século 20 como um vigilante das instituições democráticas, criticando, denunciando e destruindo paradigmas políticos e sociais. Contudo, como reflexo do terrorismo e da violência dos grandes centros urbanos no século 21, vimos uma imprensa que busca superar seus próprios paradoxos e que caminha por uma trilha que limita tanto as opiniões e quanto os questionamentos que pode produzir.

Pois para sobreviver economicamente se vê refém de pesquisas e modismos da cultura de massa, criando por vezes, uma manipulação viciosa, circunavegando temas que não produzem atritos com a elite econômica ou com as estruturas estabelecidas de poder na sociedade contemporânea.

Uma análise histórica do jornalismo nos leva a conclusão óbvia de que  a inovação se faz necessária. O modelo jornalístico presente na sociedade atual e nos meios de comunicação está perdendo seu sentido de ser, é falido em seus propósitos de informar, questionar e criar novas perspectivas sociais.

O jornalismo atual está sendo superado pelos avanços tecnológico e pela massificação econômica natural do capitalismo. Nesse sentido é preciso adotar uma postura que rompa o conservadorismo. Ousadia e inovação são a única forma de quebrar a inércia que os editores, redatores, pauteiros e repórteres se encontram na atualidade.

É hora de repensar à força do design, a reestruturação da página impressa, a convergência tecnológica gerada pela Internet, a produção independente de conteúdo, o repasse de notícias pelas “pessoas comuns”, o acesso aos meios digitais e a reformulação das políticas de fomento financeiro das empresas jornalísticas, tendo em vista todos os pontos acima.

E como empresas, deverão sair do beco sem saída da especialização extrema do mercado de publicações e baixa taxa de leitores nos países em desenvolvimento que impedem a criação de uma nova massa crítica de não só de leitores passivos, mas de leitores ativos e questionadores da realidade contemporânea e dos problemas inerentes ao século 21, herdados em grande parte dos milênios anteriores. Esse é o papel e a força do jornalismo para a sociedade atual.


Escrito por Alprim às 02h37
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Utilização de Imagens no Jornalismo.

“Uma imagem vale mais que mil palavras”

Provérbio chinês

 

“Se a imagem certa estiver na 1ª Página, do jornal, pode vale milhares de dólares”

Anônimo

 

Imagem + Palavra + Idéia + Informação = Manipulação

 

Quando utilizamos uma imagem ou uma fotografia em uma matéria, ela possui características que ultrapassam o mero suporte ao texto. Seguidas vezes ela é mais importante que o próprio texto, na captura da atenção do leitor, pois a mensagem textual necessita de leitura e, portanto de um mínimo de reflexão, enquanto a imagem é auto-explicativa (mesmo que desconectada da idéia da matéria), garantindo ao leitor, o rápido entendimento do assunto em pauta.

A mente humana e sua estrutura psicológica e psicanalítica foram selecionadas por milhares de anos de evolução, de forma que o “ser” responda rapidamente as alterações ambientais. Daí vem o que chamamos de instinto. Por isso quando usamos uma imagem, além do significado “clássico”, o cérebro interpreta uma segunda idéia, embutida na original. Essa idéia é subliminar, isso é, está abaixo do limiar natural de percepção consciente da mente humana.

A teoria das mensagens subliminares tem seu nascimento marcado por controvérsias, verdades e mentiras em grande profusão. Muitos marcam o surgimento desses trabalhos da famosa experiência em um cinema em Nova Jersey em 1956, no qual durante a apresentação de um filme, o exibidor manipulou os fotogramas (um filme é composto por várias fotografias que unidas dão a ilusão de movimento – um filme tem em média 24 imagens por segundo) e colocaram mensagens escritas em um espaço de tempo menor que 1/3.000 de segundo.

A preocupação quanto a essa manipulação chegou a um ponto que se criou uma estrutura jurídica para impedir esse tipo de prática, contudo, várias TVs e exibidores utilizam brechas na lei para continuar a fazer uso desse recurso – nas propagandas da Coca-Cola e de outros produtos as imagens em estilo de videoclipeMTV – não chegam a ser  subliminares pelo tempo (maior que 1/3.000 s), mas sua profusão e quantidade a fazem chegar próximo desse limite, ainda mais quando são usadas imagens ligadas ao sistema límbico (a porção mais primitiva do cérebro dos vertebrados), como as de natureza libidinosa e de incitação a violência.

Nos fixando na manipulação visual da imagem, podemos dizer que uma pessoa quando folheia uma revista, sem lê-la, está sofrendo um processo de manipulação subliminar, pois as estruturas das cores, das imagens e dos textos, são colocados para garantir o pico máximo de absorção das idéias e mensagens sem usar a participação consciente do leitor, criando uma segunda camada de matérias que induz o leitor a “enxergar” o texto e as imagens de forma a manipulá-lo, conduzindo-o, por meio do projeto gráfico, para onde talvez, ele não quisesse ir.
Escrito por Alprim às 02h03
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Porque sou apaixonado pelas mulheres...

Eu já disse que adoro mulher, não só como homem, mas como ser humano, elas me fascinam. Me sinto à vontade dizer que tenho muitas amigas mulheres e que elas tem um papel central nas minha vida. Todas sem exceção me dão motivos para admirá-las, pois além de amigas e mulheres, são pesoas maravilhosas, sensíveis e inteligentes e q me leva a admirar ainda mais as mulheres e a descobrir suas qualidades.

É incrível como as mulheres tem um cheiro só delas, sempre gostoso, mesmo que seja um shampoo, se torna especial na pele delas. Quando encostam na gente, por mais que seja aparentemente incomodo, elas acham um lugar perfeito no nosso peito ou no ombro para deitar ali.

Se nos beijam tudo fica perfeito, um dia estressante, dor-de-cabeça desaparece, tudo fica melhor. E quando vamos sair e elas ficam horas experimentando todo o guarda roupa e a cada peça se acham gordas e feias, bem, até isso é maravilhoso – quando se aprecia uma mulher de verdade.

E quando você, como eu, ama as mulheres, sabe que elas aquecem o nosso coração, mesmo nos piores momentos. Para mim elas estão sempre bonitas, gosto de mulher arrumada, adoro, acredito que vaidade é qualidade, porém, elas também ficam bonitas, de jeans, camiseta e tênis.

Elas tem um jeito sutil de pedir um elogio – que às vezes a gente deixa passar batido – nesse momento descobrimos como elas ficam lindas quando discutem. E depois da briga saber que ela entenderá que você não fez (seja o que for) por mal e ouvir ela te convidar para verem um filme juntinhos, como se nada houvesse acontecido.

Nessa hora, confesso que as vezes dá vontade de beijar, e a ternura com que nos beijam quando fazemos uma surpresa ou quando dizemos o quanto as amamos. Mas, vou confessar, beijar uma mulher já basta.

E quando elas choram, seja por qual motivo for, só um homem conhece o quanto dói ver uma mulher chorar, queremos mudar o mundo para que nada lhes cause dor. Temos vontade de vê-las sorrir novamente, pois os olhos de uma mulher têm um brilho quando sorriem, talvez porque Deus as fez assim.

E quando elas têm saudade e dizem isso de um jeito especial que só elas conseguem, a sensação de vazio nos toma, e de tão intenso, nos tira da casca e nos torna humanos, só uma mulher para fazer isso.

Eu já disse que para mim Deus é homem, pois para fazê-las assim, só o Criador de todas as coisas. Tão maravilhosas, poderosas sensíveis e com o maior poder do Mundo, gerar vida, só sendo a imagem e semelhança do Criador.. Ops.. será que Deus..é..

 

...Mulher

 

Beijos a todas as mulheres...

 

Alex


Escrito por Alprim às 01h39
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23/01/2005

Meninos Não Choram... Quando quebram a unha!

Tudo bem! Existem homens que choram sim. Mas esse é outro tipo, não dos que trato aqui. Homem não chora! È jargão machista e aceito mesmo em tempos de “metrossexualidade” e Continua valendo, de forma generalizada na comunidade heterossexual masculina.

E tenho ouvido (e lido no Orkut – www.orkut.com) várias mulheres que desejam o contrário, homem que chore, sem estar preso a esse chavão clássico – de preferência hetero – e que saiba pilotar fogão, cuidar das crianças, lavar roupa (e passar) e ainda, ganhar o sustento da família. Portanto, depois de tudo isso se quebrar a unha, não adianta, chore.

No sexo aí não tem choro, pois homem – para as mulheres – tem que ter pegada, no sentido claro da palavra, isso significa – sem timidez, produzir sensações de loucura embaixo dos lençóis. Saber pontos exatos da anatomia feminina e se você pensa que só os especialistas conhecem esses lugares, acredite, está na hora de ler mais do que a Playboy do mês.

Fazê-las ter orgasmo é obrigação masculina, afinal mulher até sabe fingir, mas prefere (óbvio) gozar de verdade e de duas a três vezes. Homem tem que beijar bem, saber para que serve a língua e não usá-la para percorrer a boca sem sentido – se não tem controle sobre ela, mantenha-se de boca fechada.

É bom estar cheiroso – sem parecer que derrubou o perfume na roupa. Deve se cuidar, usar cremes para a pele, shampoo para seu tipo de cabelo, e usar a combinação de roupas com estilo próprio, nada de muito “over”, pois pode parecer um cara fútil que só pensa na aparência, “metrossexual-machão” tem conteúdo também. E se depois disso você está perto de ter uma TPM (Tou Puto Mesmo), e quer discutir essa relação, esqueça, o privilégio de pedir isso é delas.

E se gritar que quer igualdade de direitos, pense bem, pois isso já existe. Ou você acha que metrossexual veio de onde?
Escrito por Alprim às 00h48
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18/01/2005

Jornalista escreve um Editorial! Mas Para Quê? Para quem?

Ao analisar a questão do editorial, percebi o quanto às relações da imprensa são mediadas por um discurso que afasta o jornalismo da sua função de análise e divulgação, para torná-lo um quarto poder, de natureza refletiva – não reflexiva –, que transpõem opiniões externas para ocultar e criptografar nos textos as mensagens que as forças macro-econômicas colocam em ação nas suas páginas.
O editorial, que é lido por um pequeno grupo de leitores, na verdade é construído por um grupo menor ainda e direcionado para ser efetivo em grupos restrito, que se concentram nos órgãos governamentais e nas suas instâncias, sejam elas democráticas ou não.
Pois para a imprensa, não importa o regime, ela gera o diálogo do poder para com o poder, seja para enfatizar, reforçar ou fragilizar a manifestação das políticas de governo, sejam de regimes fechados ou abertos. Para o editorial, pouco importa quem esteja na linha de tiro, pois é direcionado à elite, que lê sobre si mesma e acredita estar correta, pois não existe crítica e quando ela surge são entre os grupos que a compõe – numa luta intestina de poder –, não existindo uma crítica de efeito real, da base para o topo.
Numa empresa jornalística, os anunciantes, as forças econômicas da indústria, os interesses corporativistas, sejam sindicais ou patronais, controlam a maneira pela qual o editorial e, de forma ampla – o jornalismo opinativo; se afasta do papel de esclarecedores do povo, das grandes questões do mundo e da vida diária.
Existe, no jornal impresso uma linguagem, uma estruturação para o editorial que é mais incisiva e profunda na sua expressão, que não é encontrado no rádio ou na TV, que atuam editorialmente de forma menos incisiva, na verdade uma cópia do editorial escrito. Não existe uma linguagem televisiva ou radiofônica própria para o editorial, pela própria natureza dos veículos, afinal (o rádio e a TV) são concessões do governo, dessa forma o governo assume papel semelhante aos anunciantes e acionistas do jornal impresso, de certa forma, dando aval e direcionado o curso da linha editorial, fazendo com que esses meios, meçam suas palavras, da mesma maneira, pois a mídia televisiva e do rádio são mais abrangentes e atinjem um número maisor de pessoas, do que a mídia impressa.
Resumidamente o editorial é uma opinião que já está conformada para a realidade, uma opinião de cartas marcadas e de alvo certo, uma alvo alto que passa longe do mais interessado neste jogo, o povo.


Escrito por Alprim às 12h07
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Capitalismo e Jornalismo - Mercado e Liberdade de informar a verdade!

Ao longo dos estudos históricos sobre a estrutura do jornalismo e sua relação com os sistemas econômicos, vemos uma conexão entre as formas de expressão jornalística e de construção histórica do pensamento e os meios de comunicação.
Nos regimes ditos de força, sejam de esquerda ou de direita, o jornalismo é uma ferramenta de influência estatal, embora com alguns pontos de resistência, a ação contra tais regimes se mostra vítima constante da repressão e da ação policialesca da máquina política estatal, assim devido à censura a mídia de massa é sujeita as regras impostas pelo regime.
Nos regimes ditos de esquerda a iniciativa privada é eliminada e toda ação individual é minimizada, ficando o indivíduo sujeito as estruturas da máquina partidário-revolucionária. A liberdade de imprensa e a força dos fatos noticiosos passam pelo filtro da postura ideológica e dos interesses do poder estatal. Se pensarmos preliminarmente, podemos imaginar que a solução para tais engessamentos seria a democracia com características econômicas capitalistas.
Mas nos vemos frente a uma dinâmica complexa e de resultados incertos, afinal o que move as sociedades capitalistas é a entidade sinistra e indefinida do “mercado”, a qual supostamente levaria a melhoria de todo o sistema capitalista, até mesmo na imprensa com a busca por vender um produto que fosse aliado da “verdade”.
Contudo, no regime capitalista entra em ação uma entidade concreta e bem definida (diferente do mercado), a força dos interesses econômicos. Quando temos a estrutura da mídia submersa na dinâmica capitalista, ela se submete àqueles que a sustentam, que via de regra não são os leitores, mas sim os anunciantes. Nesse sentido os veículos de comunicação e por conseqüência os jornalistas se tornam parte de uma incestuosa relação de interesses comerciais e mercadológicos.
Esse equilíbrio é apenas ameaçado e até rompido quando a relação custo-benefício (uma relação de natureza essencialmente econômico-capitalista), da presença do anunciante e da ação jornalística referente a ele se torna prejudicial ao veículo.
Os veículos de imprensa vivem no campo capitalista, um paradigma. Associam-se comercialmente e participam da dinâmica de interesses do capital, mas não podem deixar de serem atraentes para seu público leitor, que em tese exige idoneidade e isenção, numa questão que já foi chamada de “mandato da verdade”, por alguns estudiosos.
Portanto a relação econômica só vai até certos limites que variam conforme o veículo, o tipo de matéria e a natureza econômica característica de cada estágio capitalista em cada país e região do globo. O que é aceitável para determinados grupos de leitores, não é para outros e vive-versa. Da mesma forma o peso capitalista das relações se altera.
O ponto em comum em todas essas relações é o dinamismo e a busca por algum tipo de isenção mesmo que utópica e a desvinculação (em alguns casos apenas aparente) de interesses partidários e ideológicos, pois no capitalismo, pela sua própria natureza, existe uma liberdade mercadológica para vários tipos de produto jornalístico, permitindo que posturas opostas convivam no espaço dedicado ao leitor, dando de certa forma, liberdade de compreensão e escolha no espaço dedicado a notícia no âmbito público.


Escrito por Alprim às 03h24
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Vai Uma Energia Positiva Aí?

O ar está frio. São 7 horas da manhã: hora de fazer a sessão ritualística da Nova Era com a ajuda de todos os “mestres”. Alberto, microempresário bem sucedido (na verdade consegue se esconder dos credores e fiscais), vai para a aula de Tai-Chi-Chuan na praça perto da sua casa.
Ele tem feito isso desde que uma amiga, dessas que sempre estão falando de anjos e Feng-Shui (que ele nunca entendeu), falou que a sua energia estava baixa, e que ele precisava de uma energização positiva. Ele se interessou pelo assunto, e era tido entre os seus amigos místicos e esotéricos como um homem espiritualizado.
Ele acreditava que a sua posição era mais do que justa, afinal estudara uma obscura técnica de energização indo-sino-japonesa, ensinada só a um “seleto grupo”, que havia sido descoberta no século 19 por monges tibetanos nos EUA, e pagara (bem pago) para se tornar um Master-Super Energizer-Man (ele sempre achou que isso mais parecia propaganda de pilha alcalina, mas tudo bem).
Mas como energização não é tudo (ter diplomas é mais legal), ele ainda havia feito um curso com um xamã que se dizia descendente direto de um índio americano nascido no deserto de Atacama (mas ele bem que parecia só mais um americano com aquele bronzeado escritório), e não havia porque duvidar do cara: afinal, ele era um “xamã” e tinha contato com a Mãe Terra e com o Pai Céu.
Alberto se sentia bem energizado (a amiga tinha razão) e, depois de fazer o Tai Chi (com um mestre que conhecia tudo da China pela National Geographic), foi dar uma corridinha, pois ele sabia que estava cheio de energia positiva e podia gastar um pouquinho.
Primeira volta: Tudo OK.
Segunda Volta: Alberto sente uma tontura, mas imagina que é a energia negativa do local (ele estudou energias ambientais a R$2000 a hora e entendia tudo do assunto).
Terceira Volta: Dor no peito... deve ser o chakra cardíaco se abrindo para o Amor Universal; alguns mestres dizem que isso acontece (leu todos os livros que têm a palavra “mestre” na capa).
Quarta Volta: Túnel de Luz... OPS!
Ele estava “desencarnando”. Sentiu isso. Sua missão evolutiva na Terra havia terminado, e agora ele se sentaria ao lado dos 7 (ou seriam 12, 24 ou 365?) mestres. Ele sentia, com certeza, que tinha “ENERGIA” suficiente para dar e vender. Já sentia os efeitos da “ascensão”, podia ouvir as melodias dos anjos (ah! os cds new age). TUM!
Que lugar era aquele? Podia ver os fatos de sua vida passando como um flash na sua frente (puxa, era verdade). Peraí! As imagens não estavam mostrando ele se tornando o homem espiritualizado que era. Parem tudo!
Imagens nada agradáveis: seus ataques de fúria na empresa (onde era conhecido como A Grande Besta); a vez em que se recusou a ajudar uma velhinha que lhe perguntou por um endereço (ela podia ser uma assaltante, mas tudo bem, não precisava ter indicado a direção errada; mas isso é coisa pouca). Epa! A viagem de final de ano! Não! Eu estava estressado (o 13º que se dane! Não fui eu que inventei essa porcaria. Por que eu tenho de pagar em dia?).
Daí por diante foi um festival de caras amarradas, e todo tipo de coisas. Mas o chocante foi quando tudo terminou, e Alberto viu uma imagem estática à sua frente, na qual estava com uma pose de homem “espiritualizado” numa revista sobre ioga e a felicidade (ele sempre achou que era bem fotogênico).
Terminado o flash, Alberto se levantou e gritou a plenos pulmões:
– E daí? Sou Master-Super Energizer-Man, e posso vencer tudo. Sei como queimar todo o meu karma (técnica especial 317-A, desenvolvida e, como sempre, bem paga, no retiro que fez num spa durante aquelas férias de final de ano).
Ao que uma voz ponderada perguntou:
– Podes vencer o teu coração?
Nesse momento, o chão fugiu-lhe. Sentiu como se seu peito se abrisse. A dor era insuportável, tudo ardia, a luz o medo, a culpa, a escuridão. UTI.
Seu corpo está estirado na cama, com mais tubos que uma destilaria. Ele pode sentir o plástico ferir-lhe a garganta. Percebe, pela sensação no peito, que foi operado. Teve uma nova chance, e agora não vai desperdiçar: vai se voltar para a espiritualidade com força total. Um curso de cura energética desenvolvida no Alaska pode ser o que lhe falta (estava no catálogo).
Dois espectros a um canto do quarto se entreolham, e o mais belo diz:
– Não disse irmão? Eles não mudam!
Ao que o outro responde:
– Não estamos aqui para mudá-los. Não os empurramos para as escolhas que cremos serem as certas. Nós apenas damos as chaves; são eles que escolhem as portas a serem abertas, sejam elas quais forem. Afinal, irmão, você sabe mais do que nós que não existem portas erradas no plano d’Ele.


Escrito por Alprim às 03h15
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17/01/2005

Agradeço a todos os que entram nesse BLOG...

Na sexta, dia 14/01/2005, eu estava comemorando que meu BLOG havia tido 160 visitas em 40 dias de atividade. E fui dormir...

No sábado por conta de um monte de trabalhos e textos que tinha que fazer para segunda, não entrei no BLOG, e quando finalmente no domingo, entrei, vi algo que me deixou pasmem, mais de 250 pessoas haviam passado pelo BLOG.

Eu achei que algo estava errado, mas lá estava o número que não mentia. Hoje, terça-feira, 18/01, mais de 700 pessoas passaram por esse ponto de encontro.

Eu só tenho a agradecer, de todo o coração por cada um que passa aqui. Pelos comentários (leio todos), pelas dicas (podem ver que mudei o BLOG por conta disso) e pelo apoio a esta dedicação, porque o que veêm aqui é fruto de tempo, pensamento, olhar atento e um senso de dever, para transmitir à todos, as minhas sensações e idéias, mesmo quando elas incomodam, pois ser inconformado com a realidade é essencial a todo ser humano, só assim fazemos a diferença.

Abraços para todos sem exceção, pois o que realmente me importa é quem você é, como pensa e o que tem dentro de você, o resto, bem o resto... A gente deixa pro mundo decidir...

E todos que passam aqui podem ter certeza que terão mais textos e mais material para comentarem...

Até mais

Abraços

Alex


Escrito por Alprim às 00h59
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Num espaço democrático, se muitos falam a razão é deles.

Após numerosos pedidos, reformulei o BLOG e agora todas as matérias terão imagens associadas aos textos. Cada imagem estará dentro do contexto da matéria, servindo tb como ponto de reflexão e análise do material on-line.

Abraços

Alex


Escrito por Alprim às 00h36
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16/01/2005

Futuro da notícia e do jornalismo - Mandar para debaixo do tapete é fácil...

Podemos dizer que o jornalismo tem sofrido uma revolução às avessas, todos os meios industriais e de serviços passaram por quebras de paradigmas, os times em qualquer corporação de renome – IBM/3M/Microsoft/EDS-Systems/Microsiga/SAP entre outras – são treinados para serem eficientes, e garantirem sua posição no mercado. Os líderes dessas equipes têm suas competências treinadas para decidirem e ganharem o consumidor em seus ramos de atuação.
Porém o jornalista não é treinado, não é preparado. Seus desafios mudaram, mas as empresas ainda agem numa atitude predatória dentro do ambiente interno, ao inverso da boa prática corporativa – planos de carreira, estímulo ao conhecimento, a especialização, a construção de capital intelectual, feedback dos níveis superiores – criando dessa forma um paradoxo que tem levado ao resultado claro, de que algo está muito errado.
Vemos empresas com grande endividamento, demissões em grande escala, perda de talentos, baixa expectativa de vida, queda de criatividade em novos produtos e destruição do mercado com um encolhimento do consumo editorial nos últimos quatro anos, sentido por todos os editores.
Há, no meio jornalístico, uma profunda resistência à inovação. O jornalista médio é impermeável, em vários aspectos, a mudanças nas fórmulas que são usadas nas redações, é como se houvesse receio de que tais mudanças iriam destruir seu meio de vida, quando na verdade, a não-mudança é que está destruindo o jornalismo como profissão e como mídia.
Pois o público ao longo do processo histórico jornalístico é essencial e quando ele se retrai deveria ser entendido como uma mensagem, porém a direção assumida pelas editoras, é oferecer um pouco mais do “mesmo”, resultando em alterações tímidas nos números de vendas ou quando há crescimento, não é sustentável ao longo do tempo.
Buscar soluções para o meio jornalístico e propor as quebras e revoluções que são necessárias para se criar novas formas de atuação jornalística e de penetração no universo social, angariando o mais importante no universo contemporâneo; novos leitores é essencial e a 1ª editora que aprender essas lições vai se tornar o grande nome da mídia brasileira no século 21, mas até lá, os jornalistas devem temer pelo futuro do dia seguinte, pois não existe uma luz no fim desse túnel, ao menos por enquanto.


Escrito por Alprim às 15h55
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Pressão - Jornalismo e Estresse = Um triste espetáculo

Na atualidade, segundo Sodré Muniz, a mídia informativa se aproximou da idéia de espetáculo, numa simbiose de informação e recreação a fim de cativar o público, de acordo com uma lógica de mercado. Isso é justificado com números de vendas, mas não responde as questões que validam a informação e a construção do espaço da notícia.
Podemos exemplificar essa posição ambígua da idéia do jornalismo e da notícia pela entrada da mulher como profissional atuante no mercado de trabalho, como consumidora e como cidadã. A imprensa somente atuou fortemente nesse segmento quando surgiram consumidoras com poder aquisitivo próprio – independente em relação ao homem da casa –, ou quando as causas das mulheres podiam render dividendos de público e mercado, não que isso seja errado, mas pouco interessava a situação de opressão ou de repressão da mulher, esse estado de coisas na verdade era validado, nos tempos anteriores, pela mídia que criava produtos para a “senhora do lar” – a mesma mídia que posa como libertária no momento seguinte.
Gisele Hime deixa isso claro em seu estudo sobre os papéis femininos, dos artigos e das matérias no jornal “A Gazeta”, no qual a luta pelos direitos da mulher, do divórcio, a saúde, seus objetivos, a sua formação como cidadã são capitalizados em torno da formação de um mercado específico para consumo do jornal, formado por essa camada da população que cresceu em peso econômico e político após os eventos da 2ª Guerra Mundial – por coincidência o período de grande crescimento da imprensa e da sua importância na sociedade contemporânea.
Ainda demoraria, para a mulher, assumir um lugar de destaque dentro das redações e poder conduzir suas próprias matérias e desenvolver uma visão feminina no universo editorial, na verdade somente no fim da década de 70, inicio da década de 80 do século XX, que as mulheres ascenderem os níveis redacionais/jornalísticos até o posto de editoras, criando uma revolução poderosa nos editoriais e nas revistas femininas.
Conforme Perseu Abramo diz, o jornalista é um trabalhador da notícia, a sua dignidade não está ligada às colunas que escreve, mas em como elas afetam o meio-leitor, segundo o jornalista, cabe ao profissional testar os limites do veículo de imprensa, se preciso for, até usar de subterfúgios para garantir a notícia. Porém, isso nos dias atuais é quase impraticável, não existe um meio de mídia em que a qualidade se reúna a quantidade, numa relação equivalente.
Como Roberto Heloani cita, existe um clima de assédio moral nas redações, seja por parte dos marqueteiros que desejam vender as suas pautas através das assessorias de imprensa e lançam mão de várias táticas, até assédios de tal natureza que dentro das redações os profissionais se sentem pressionados por resultados, somado a queda no número de profissionais contratados nas redações – o fantasma das demissões assombrando a todos – o jornalista é acuado e acumula além das funções ao qual foi contratado, outras que o deixam com um considerável nível de estresse.
E esse quadro não tende a se modificar no curto prazo, mesmo nas redações on-line, fruto da expansão da Internet, o peso das funções redacionais e a forma de lidar com os profissionais continua o mesmo. Um triste espetáculo.

O jornalismo está a espera de alguma revolução?


Escrito por Alprim às 15h48
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Jornalismo e seu produto: A notícia da notícia

O jornalismo é uma profissão que embora tenha um certo nível de prestígio, tem na sua classe e na sua formação histórica uma série de eventos nem sempre tão elogiosos, o jornalista, só surge como “figura de informação” na 2ª metade do século XX.
Ser jornalista antes desse período era um exercício de free-lancer, uma segunda ocupação – os jornalistas tinham outras profissões, com as quais se sustentavam. Era visto como um emprego de 2ª categoria no processo econômico.
Com o surgimento dos grandes centros urbanos e da mudança econômica do campo para a cidade, a informação passa a ter um peso mercadológico considerável. Os cidadãos perdem o boca-a-boca no meio agrário-interiorano. A sociedade precisa de pessoas e meios para traduzir as informações e nesse sentido, organizar e dar crédito aos jornais e informativos.
Existe uma remodelação do espaço cidadão-público-privado não só na relação das notícias e leitores, mas até das instituições democráticas e a imprensa. O jornalismo se vê como um 4º poder, que vigia (mas quem vigia o vigilante?) as outras esferas democráticas, se interpondo aos excessos e dando voz aos fracos e a sociedade.
Quando observamos o mercado editorial, se temos ilusões quando a idéia de que exista um “mercado da notícia”, elas desaparecem. Existe no material jornalístico o uso de linguagens rebuscadas e projetos gráficos subliminares, textos cuidadosamente elaborados para o produto vender bem, lançar valores e ideais, num suposto consenso da coletividade, criando fatos consumados de julgamentos que nem sempre correspondem a realidade – servindo apenas para vender mais exemplares e garantir a permanência de um modelo ultrapassado de mercado noticioso.
Há uma vertente denuncista, catalisadora de “escândalos” que sustenta uma linha jornalística que prima pela “bomba”, procurando todos os dias ter o “extraordinário” como manchete, que com projetos editoriais e matérias lançam questões como se fossem novas ou apresentam “soluções”, criando a ilusão de que a mídia representa o cidadão comum, sendo não só sua voz, mas uma simulação, indo além e criando uma farsa – no sentido de história factível e supostamente questionadora – dos eventos que afetam as grandes massas.
Temos o caso da morte do repórter Tim Lopes, o qual depois de ter sido mandado fazer uma matéria no morro foi morto pelos traficantes e gerando uma comoção nacional, porém, presa à superficialidade do fato criminal, um sensacionalismo que não entrou no mérito da questão do tráfico, que pareceu restrito ao morro, esquecendo-se que a “alta sociedade” é quem sustenta o tráfico de drogas. Também ficou de fora da análise das redações e jornais, a relação entre a mídia e os valores sociais e o mais importante, qual o real impacto numa sociedade democrática do denuncismo e do verdadeiro papel da Rede Globo de TV em meio a isso tudo.
A mídia deixa de ser ator no processo assumindo uma vitimização fatalista que abre espaço a elaborações e apontamentos em relação aos outros níveis de poder, baseando-se numa falsa expectativa de credibilidade – é uma das instituições que mais perdeu credibilidade perante a sociedade brasileira nos últimos anos – espera poder ter poder para “resolver os problemas da sociedade”, em síntese usa de seu produto; a notícia – para criar mais notícia, portanto mais produto.


Escrito por Alprim às 15h44
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10/01/2005

A Obrigação de Ser Feliz

Há milênios o ser humano aposta num ideal de felicidade, sem contabilizar o preço ou o meio de alcançá-la, pois a felicidade é um prêmio que nos coloca num terreno enganoso, pois nunca tem o mesmo sentido para todos. Seu significado é indeterminado; afinal, cada pessoa – sejam filósofos, religiosos, intelectuais ou outros – entende que sua maneira de ser feliz é a única.
Claro que todos desejamos ser felizes, e é impossível definir objetivamente essa idéia. Mas alimentar essa sensação da necessidade de ser feliz gera uma demanda que deve ser atendida – Teoria do Mercado -, gerando uma obsessão cada vez maior: quanto mais se diz que as pessoas devem ser felizes, mais elas ficam obcecadas em ser.
As palavras de ordem são: seja feliz! Compre sua pílula da felicidade! Veja como esse sorriso fica bem em você. Nada de tristeza, só alegria. Sofrer é para os trouxas; quem é esperto de verdade, é pura felicidade.
E como é frustrante não ser feliz (daquele jeito que “vendem” para você), ter de encarar as dificuldades e não poder ser como todo mundo que está feliz. Ser obrigado  a encarar os problemas, resolvê-los, se estressar e encarar as pessoas perguntando, no fim do dia, qual o motivo de você não estar com um sorriso gélidamente implantado no rosto.
É uma imposição do “ser feliz”, mas se você não consegue ser assim, sempre tem o Prozac. Porém, se a química não é o seu forte, sempre dá para apelar para um banho relaxante com ervas da Bruxa Patinha; ou então assista a uma palestra sobre “como ser feliz em 10 dias”. Para ser feliz sempre tem algo que você pode comprar para conseguir aquele sorriso de gesso.
Pode parecer que falo da felicidade com uma certa ironia, mas a verdade é que não trato aqui da felicidade apenas como fruto das experiências humanas, e sim como produto mercadológico atual. O homem deve buscar o seu bem-estar pelo uso ativo de suas faculdades, dons e esforços, e isso às vezes provoca alguns conflitos com as demais pessoas. E, quando desses conflitos surge a tristeza, o natural seria lidar com ela como um dos passos para nosso crescimento, para atingir outro estado de ânimo. No entanto, não é isso o que vemos.
Dessa forma, nos afastamos do sagrado ato de sorrir, tão simples e libertador. Como a felicidade, hoje em dia, está fora do ser humano, nós nos esquecemos como fazer para encontrá-la dentro de nós. Ironicamente, o ser humano pode ser feliz independente da obrigação de sê-lo, independente das “fórmulas de alegria” que tentam nos vender todos os dias.


Escrito por Alprim às 12h56
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09/01/2005

Amizade entre homens e mulheres. É possível?


Sempre ouço essa pergunta e afirmativamente, respondo sempre... Sim! Tenho várias amigas mulheres, cada uma de um jeito especial, único. São amizades diferentes, complementares, acredito que ter amigas mulheres é essencial, pois, tem coisas q só uma mulher vai entender num homem.
Existem amigas com as quais um homem pode ter mais que amizade, ter a intimidade que leva a outras situações. Que são ótimas, se vividas sem culpa, e com absoluta sinceridade de ambos, pois a amizade sem sinceridade, não existe, se não tem sinceridade é joguinho de sedução, portanto, não chame de amizade.
Quando acontece uma “amizade colorida” (não gosto desse termo, mas por falta de algo melhor), pode ser gostoso em vários sentidos, o que não significa que tenha ambos se tornaram menos amigos – se alguém irracionalmente pensa que sexo destrói a amizade e o companheirismo, e que isso causa o ódio entre casais, talvez seja a hora de você repensar o que é amizade e amor com seu terapeuta. Antes de sexo entre amigos destruir a amizade, creio que a aprofunda.
Claro que alguns não conseguem ligar com essa situação, mas elas também não sabem lidar com outras situações emotivas da vida, portanto o problema não é da “amizade” ou do “sexo”, mas da própria pessoa - que faz parte do caminho de vida dela, não cabendo julagamentos de ordem moral.Para evitar esse tipo de tensão é necessário diálogo, e se realmente são amigos esse deve ser algo simples, dizer o que se pensa, agir de forma coerente com as idéias que defende e não mudar se acontecer algo a mais.
Alguns homens e mulheres defendem que homem só se aproxima de mulher para ser amigo se quer sexo com ela, não creio que isso seja verdade absoluta. Claro que existem os seres humanos que pertencem ao sexo masculino que agem assim. Mas agir dessa forma, não é tampouco certo ou errado, tudo existe por uma razão e, muitas vezes, agindo pelos piores motivos, esses homens (e suas mulheres) encontram um relacionamento que muda suas vidas. Quem já não conheceu alguém com essa história?
Infelizmente ou felizmente isso não é a regra, seja dos homens que só querem sexo ou de que todas as relações que dão certo acontecem só dessa forma.
Todos temos pessoas em quem confiamos e eu tenho amigas, nas quais confio, e que não houve interesse, seja da minha parte ou delas, ou será que um ser humano não pode ser simplesmente uma boa pessoa. E não vou dizer que não pode haver casos nos quais houve interesses que não se concretizaram – de ambos os lados – mas que resultaram em amizades tão bonitas e plenas que essa energia inicial é vista como algo produtivo.
A amizade é algo que exige sinceridade, afeição (Claro! Pois só podemos ser amigos de quem gostamos de verdade), de respeito absoluto e não julgar, até opinar, mas não julgar. Quando se é amigo de uma mulher, como homens, devemos compreender suas crises, idéias, imaginações, viagens, inseguranças, da mesma forma que elas aceitam isso dos amigos homens (ao contrário da opinião masculina geral, homens também têm épocas que são extremamente difíceis de lidar, se tem dúvidas, pergunte a uma amiga)
Portanto, amizade, não só é possível, como pode ter vários desdobramentos e muitas vezes, maravilhosos, que podem ir para a amizade colorida, namoro e em alguns até casos coisas mais sérias, como...

Uma amizade sincera e verdadeira.

Essa é só a minha opinião.

Alex


Escrito por Alprim às 19h14
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