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| 19/07/2005 |
Novidades...No Ar...
Olá a todos,
A partir de hoje o meu BLOG ganha um "upgrade" no endereço: http://aalprim.blog.uol.com.br estarão todos os textos sem exceção, porém eu criei blogs temáticos, assim quem gosta de uma tema, não precisará se preocupar com o restante dos textos, todos eles terão links entre si, q serão divididos em:
-Pensar e Olhar Tudo: Tem todos os textos dos outros Blogs
-Pensar e Olhar Jornalismo: Análise crítica do jornalismo
-Pensar e Olhar Espiritualidade: Somente assuntos ligados a espiritualidade
-Pensar e Olhar Atualidades: Discussões e textos sobre política, economia e o mundo contemporâneo
-Pensar e Olhar Amor e Relacionamentos: Um dos temas de maior sucesso no BLOG original tinha que ganhar seu próprio espaço. Textos bem-humorados, mas com pé-no-chão trazem o mundo do relacionamento para o universo real.
-Pensar e Olhar Entretenimento: Filmes, Games, Tecnologia e tudo que existe no mundo do entretenimento
-Pensar e Olhar Empresas: Motivação, Liderança, Construção de Equipes, Gestão da Inovação, todos esses temas estarão nesse novo BLOG
-Pensar e Olhar Ciência: Inovações, discussões, descobertas, análises do universo científico e seu impacto em nossa sociedade
Espero q todos os meus leitores gostem do q estará escrito aqui e pensem sobre os assuntos, reflitam e coloquem seus comentários
Bjs a todos
Alex Alprim
Escrito por Alprim às 01h28
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| 18/07/2005 |
Beijo (para quem não sabe, não é como chupar tomate!).

Eu adoro beijar, é uma delícia, dá um calafrio, é como se você tivesse ligado em algo que não tem como explicar. O toque de uma boca é uma forma de contato que exige mais do que simples mexer os músculos e esticar a língua de forma a testar a profundidade da garganta da outra pessoa.
Um relacionamento pode acabar e começar num beijo, a pessoa é excelente, mas beija mal, tudo bem, seja amigo, mas querer namorar uma pessoa que beija mal, não dá, ninguém merece. Claro que pode tentar ensinar, mas são raras as pessoas que aceitam que beijam mal, experimente pedir para alguém que tem o péssimo costume de morder toda a sua boca enquanto beija (complexo de canibal?) para ela guardar os dentes para quando morder um pedaço de picanha e você vai ouvir um sonoro “quê?” – é horrível conheço relatos pavorosos desse tipo de “evento”, com a pessoa indignada soltando o verbo, pois se achava o próprio “deus(a) do beijo”. Pode tentar, mas a chance da relação acabar ali é alta, como eu disse, um beijo pode começar ou terminar um relacionamento
Ainda existem àqueles com complexo de médico que usam a língua como forma de exame, pois a usam para passear por toda a boca sem parar, parece que a língua tem vida própria, simplesmente horrível. Se não sabe para que usar a língua, mantenha-a presa na sua boca e longe de outras pessoas.
Passa-me pela cabeça se essas pessoas treinaram o beijo enquanto comiam um tomate, primeiro davam uma mordida – para depois machucarem os lábios de uma desavisada(o) –e então com aquela língua alienígena passavam chupando o pobre fruto. Com certeza eu diria que foi um péssimo treinamento, até porque o tomate não teve chance de reclamar (se você for um tomate, ou foi usada(o) como um, deixe um comentário que eu publicarei).
Beijar mal ainda passa por aqueles que esquecem que barba também é para ser cortada, porque se você está com a barba por fazer, tirando o seleto grupo de mulheres que gostam de homens assim, grande parte quando está beijando não quer esfoliar a pele, quer beijar, o tratamento de beleza elas fazem noutro lugar, não na sua face.
Sem contar aqueles que grudam os lábios e ficam girando pra lá pra cá como se fosse um relógio marcando as horas, sem usar nada além dos lábios. Monotonia mata uma relação, quanto mais um beijo. Bafo então nem se fala, balinha de hortelão entrega o problema, mas pelo menos é melhor do que ela sentir que você está treinando como figurante no novo filme de mortos-vivos.
Se você acredita que está numa outra fase, em que beijos mais longos e ofegantes podem ser usados, tudo bem, mas a questão da língua continua essencial e a respiração também, não é porque você é recordista mundial de mergulho que deve deixar a outra pessoa roxa, uma coisa é beijar, outra é sufocar.
Beijar é uma dança, tocar os lábios, sentir a pessoa, sentir o perfume, quando beijar, coloque a mão no corpo, toque o corpo da outra pessoa, passa a mão pela nuca dela, sinta seus músculos, mova sua cabeça suavemente. Deixe seus lábios roçarem nos lábios, dê leves fechadas, segurando com seus lábios os dela, ao colocar a língua, passe-a de leve, não enfie na boca dela com tudo, toque seus lábios, desça e então coma sua toque a língua dela, e quando você sentir que a respiração dela deu aquela parada – afinal você está próximo o bastante para sentir a respiração – afaste-se suave e rapidamente, mas não mais do que o necessário para olhá-la nos olhos, dessa forma o beijo será uma excelente lembrança para ambos.
Escrito por Alprim às 02h29
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Sexo devia vir com manual de instruções.

Entre as quatro paredes de um quarto geralmente dizemos que vale tudo. Não é bem assim, vale tudo quando o assunto é prazer, mas daí tem que saber o que se está fazendo. Sexo não é lugar para ter tabu, medo ou pior, frescura.
Ela pega olha para aquilo e fala: “Nisso eu não ponho a mão”, ou ainda; “A boca aí? Tá louco!”. Ninguém espera que as pessoas sejam totalmente liberadas em relação ao sexo, mas se chegou até ali, não é para ficar com regras enchendo a cabeça, é um momento na verdade, para mandar as regras irem para o inferno.
Os rapazes também devem aprender certas coisas básicas, ou pelo menos ler o manual de instruções antes de começar. Primeiramente se não for feito direito, machuca sim e estraga tudo que você possa ter conquistado até aquela noite. Portanto não esqueça que “aquilo” não é um saco sem fundo para você ficar cutucando, tampouco é um lugar para ficar tirando e colocando por horas a fio, pois uma hora “alguém” cansa.
Também não é para ter nojo de usar sua boca “lá”, afinal ela usou a dela no “seu”, portanto, retribua, e se tiver dúvida, chame para um banho a dois, e dê uma desculpa para você lavar tudo antes de começar, aliás, começar com um bom banho deveria ser uma regra e não uma exceção. E quando começar veja o que e como dá mais prazer, pergunte se for o caso e por favor, não usar os dentes a menos que seja pedido, pode parecer, mas aquilo no meio das pernas dela não é bala mastigável de morango. E depois, nada de testar todas as posições possíveis do kama-sutra na primeira vez, até porque pode faltar o que fazer na próxima vez. Sejam naturais, seria inteligente ambos conversarem sobre o assunto, saber o que cada um gosta antes. Mas nada de questionário ou relatório, faça disso um jogo de excitar, perguntar não como médicos, mas com pequenas e saudáveis safadezas, um toque de malícia, isso ajuda o durante e melhora consideravelmente o depois. É para se empolgar com sexo, é para se fazer bem-feito, portanto estude antes, pratique e veja os resultados, mas nada de perguntar se foi bom, pois se teve que perguntar é porque é óbvio que não foi.
Escrito por Alprim às 02h27
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Os Homens e as Mulheres (ou o que eles pensam que são as mulheres)

Tenho
muitas amigas mulheres, sempre digo que elas são essenciais para entender o
universo masculino, porque elas falam o que os homens não assumem perante os
outros machos da espécie. E que em grande parte dos casos, quando o assunto é o
sexo feminino, os homens pisam feio no assuntoAs mulheres
passam por situações muitas vezes hilariantes, desde do “serial-kisser”, o cara
que solta qualquer besteira só para poder beijar o maior número de mulheres
entre o pôr e o nascer do sol, até o seu grande companheiro e amigo de todas as
horas, o amigo-açougueiro. O amigo-açougueiro é um tipo interessante, é aquele
que você chega e pergunta se uma garota (que é supostamente amiga dele) é bonita
– está subentendido se além de uma carinha bonita ela teria cérebro – e ele responde entre risos nervosos –
“ela tem uma bunda gostosa” – na dúvida você repete a pergunta e ele responde
rindo de novo que ela também tem uns bons peitos. O cara é um açougueiro só vê
as mulheres divididas em partes: peito, bunda, coxas. O cérebro ele deixa pros
outros, geralmente para aquele cara que acaba saindo com menina que ele estava
afim.
Sem
contar que você tem o tipo que adora levara mulher como troféu e solta entre
amigos a pérola “os outros olham, mas quem cata sou eu” – claro que usou
palavras que eu não colocaria aqui. Ele nem vê a mulher como objeto, mas como
boneca inflável – desse tipo aconselho-a a deixar falando sozinho, afinal ele
nem percebe quando fala de você ou da mesa da sala, talvez ele nem note que está
falando sozinho.
Sinceridade
seja feita. Existem outros tipos de homem, que são gentis, que lembram datas,
que gostam de levar flores, mas estes, estão em pior situação, pois ao se
colocarem como ideal metrossexual deixam de lado o fato de que uma mulher
quer um homem, portanto alguém que não chore na novela das oito junto com
ela, mas que quando ela chorar, a convença de que na verdade ela é linda e que
nada mais importa.
Ser
homem de verdade e conhecer as mulheres não é algo impossível – disse conhecer,
portanto eu NÃO disse entender as mulheres – basta não querer ser o
projeto de troglodita do século 21 e tampouco ser o heterossexual mais feminino
da história da relação. É
complicado isso tudo, mas quem disse que ser feliz seria fácil?
Escrito por Alprim às 02h26
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| 09/07/2005 |
O direito a felicidade no amor

Numa relação, ficamos junto por razões que escapam da esfera do amor. Podemos citar várias, mas normalmente é porque não acreditamos ser possível viver de outra forma. Mas isso é uma mentira, enfiada a golpes de dor e medo ao longo de nossa vida, por pessoas que não nos amaram, mas que se aproveitaram de nossa carência.
Mas isso pode mudar, pode dizer que não é bem assim, que existem muitos problemas, que embora pareça simples, existem coisas que os impedem, que ser feliz é para outros e não para si. Desculpe, mas isso só é verdade enquanto se acredita nessa baboseira. Acreditar que a felicidade não existe para si é algo tão estúpido que não existe outra maneira de dizê-lo: Você foi enganada(o)!
Se você viu a vida das pessoas à sua volta e se convenceu dessa “verdade”, está na hora de mudar. Viemos para esse mundo sermos felizes em nossos relacionamentos. Se duvidar, faça o seguinte. Monte uma lista do que precisa ser resolvido na sua vida emocional, item por item, veja o que de verdade você precisa, elimine de cara tudo que é fruto de ilusão. Bem confesso que essa é uma tênue linha, mas pode começar por riscar o “amor ideal”, e em seguida, tudo que se relaciona a ele, no fim vão sobrar pouco itens.
Em seguida comece a trabalhar para eliminar item por item, por mais difíceis que sejam, coloque-se para trabalhar a seu favor, pense que está ajudando um grande amigo, ou será que você quer viver na tristeza pelo resto da sua vida?
Se você já tem um relacionamento e ele está difícil, ou está presa em algo que deseja escapar ou melhorar, também tem direito a sua felicidade, infelizmente para àqueles que já tem um relacionamento desse tipo, é complicado mudar, pois geralmente essas relações chegam até um ponto no qual o desgaste se torna irreversível, isso porque, tendemos a deixar as pequenas coisas de lado, e quando vemos estamos imersos numa relação problemática, nesse caso, devo dizer que talvez a saída mais poderosa para criar felicidade seja a separação.
Pode parecer paradoxal, mas é melhor acabar as coisas antes que tenha de lidar com o ódio e com a destruição que uma relação morta produz. Quando a relação começa a apodrecer, você verá algo ruim em toda à parte e normalmente perderá uma grande quantidade de energia tentando escapar do pior, portanto, tome uma atitude desde o início e resolva com calma e terá chance maiores de encontrar alguém para fazê-la(o) feliz.
Ser feliz é um direito de quem ama, vem com o pacote, se você não está feliz, pode ter certeza que o que você chama de amor, deixou de existir, se tornou uma forma de vício que parece com amor, cheira como amor, mas é na verdade dependência emocional da pior espécie, algo que consome por dentro e às vezes nos faz fecharmos o coração de tal forma que nos tornamos quase impermeáveis para a energia do amor. Portanto, não deixe as coisas chegarem a esse ponto, ame e seja feliz desde já, caso contrário siga seu caminho, pois o amor pode estar ali adiante, depois da esquina, onde você não estava olhando.
Escrito por Alprim às 21h42
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Para amar também é preciso ter critérios.

Escrevi que amar é estar aberto, é não ficar preso ao ser “ideal”, viver o mundo real, com pessoas reais, porém, isso não significa que vamos pegar o 1º que surgir na nossa frente, declarar nosso amor, ou pior, se conformar com um relacionamento cruel ou que nos faça sentir horríveis, apenas porque devemos aceitar a “realidade”. Quando falo de amor, automaticamente excluo todas essas situações, que claramente, não são amor.
Se você quer encontrar alguém deve ficar longe dos “modelos ideais”, porém, não deve deixar de pensar o que realmente quer de uma relação e de uma pessoa ao seu lado, não o que você considera perfeito, mas o que tornaria uma pessoa real, especial para você.
Imaginar um ser com todas as qualidades que deseja, não deixa margem para você se maravilhar com as outras coisas que tornam uma pessoa especial, construir um personagem, peça por peça, de forma que seja um robô perfeito, uma forma humana que responda aos seus anseios de relacionamento é a forma mais fácil de ficar só, ou de ter uma relação que fracassará rapidamente.
Porém se pensar com pragmatismo – pragmático: concernente à ação e ao bom êxito de algo – você terá em suas mãos as chaves para sua felicidade e para encontrar alguém que valha chamar de amor. Tenha critérios sim, saiba que não dá para ficar com qualquer pessoa, até porque nem sempre nos damos bem com todos. Também devemos saber que para termos alguém ao nosso lado, talvez seja necessário realizar mudanças interiores.
Pense. Quantas vezes você acabou uma relação? Porque? Se “acabaram” a relação com você, porque isso aconteceu? As que duraram, porque duraram?
Não culpe os antigos namorados(as), perdoe as culpas, se não consegue deixar a culpa de lado, irá repetir infinitamente os mesmo erros no futuro, é como um motor com a engrenagem quebrada, vai quebrar sempre que chegar naquele ponto – o relacionamento – assuma o que fez, sem raiva, sem medo, sem rancor, sem ódio, somente veja o que a tornou a vítima da situação. E aceite que precisa mudar.
O mundo do amor, funciona por sintonia, você atrai para si conforme as mensagens que envia, se atrai pessoas que machucam seu coração, é porque as atrai, por mais que isso seja cruel, para mudar isso é hora de ser profundamente honesto e sair dos ambientes que freqüenta, sair da sua lista de amigos “de sempre”, sair das luzes que tem iluminado sua vida até hoje e procurar novos horizontes, novas formas de... Se amar.
O critério mais importante no amor, é se gostar. Você terá encontrado a pessoa para sua vida, quando souber que ela gosta de você como é, pois “aquela” pessoa pela qual você tem uma “queda” e não te vê, ou ainda que confessa que gostaria de você se muda-se “isso” ou “aquilo”, não é para você. Vá para o mundo e descubra sua felicidade, ela está em alguém só esperando que você se ame para poder encontrá-la.
Escrito por Alprim às 21h41
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Atitudes para amar! - Parte 2

Frustrações e Decepções: Muitas pessoas nos decepcionam como seres humanos, claro que esquecemos que nós próprios não somos perfeitos, mas apontar defeitos nos outros faz parte das defesas que criamos para evitar o amor, e aprender o que é numa relação de verdade, e é o que realmente precisamos fazer.
As frustrações começam quando a idéia de uma cara-metade prevalece, a porcaria do “ser perfeito”. Que não fica doente, não tem mal-humor, que vive impecável 24 horas por dia, o que é óbvio, impossível. Saiba que amar é também aceitar.
Eu me amo e daí?!? Só quem se ama pode amar o outro, você tem que se gostar, se desejar, se cuidar, para então pensar em ter algo, pois caso contrário esse é um relacionamento que já começa errado. Não devemos nos abrir para o amor, querendo alguém que sirva de “muleta” para nossas frustrações. Se você tem amor próprio, naturalmente amará os outros, pois suas cobranças e expectativas já forma sanadas, daí você pode aceitar o próximo sem ficar encucando e com temores e medos infundados.
Se depois disso você irá encontrar o amor da sua vida, não posso garantir, mas talvez você tenha começado a caminhar pela trilha da Felicidade... Quem sabe?
Alex Alprim
Escrito por Alprim às 18h49
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Atitudes para amar! - Parte 1

Atitudes para amar! – Parte 1
No amor, no sexo e no casamento dizer que homens e mulheres querem a mesma coisa é tão absurdo quanto dizer que todos os homens querem as mesmas coisas das mulheres e vice-versa. Às vezes temos essa impressão pelo tipo de pessoas que terminamos por atrair para nossas vidas.
Mas para atingir conquistar um relacionamento de verdade e ter uma pessoa que realmente queiramos do nosso lado, precisamos ter algumas atitudes básicas:
Coração Aberto: Precisamos nos abrir, ficar fechados para não se machucar ou para evitar dissabores, seja por insegurança, medo ou apenas porque um dia rejeitado ou traído é um erro tremendo, Guardar o amor, o torna amargo, azedo e podre. Um amor desse tipo, que só verá defeitos ao seu redor, rejeitará tudo que é doce e “cheira” a felicidade, pois teme que “aquilo seja mentira”. É um amor que se esconderá atrás de um muro de pedra, vivendo fantasias românticas, flertando, colocando-se como “disponível”, mas é um amor que só satisfaz apenas suas ilusões, pois na primeira chance pulará fora, se dizendo decepcionada(o).
E se você não consegue quebrar essas barreiras, feche os olhos e se questione qual foi à última vez que se sentiu bem, ao chegar nesse ponto, aprenda que ele pode se repetir se você deixar que novas pessoas tragam isso para você. Tem uma pessoa maravilhosa ao seu lado e para receber amor é preciso dar, é mão dupla, troca de afeto, carinho e compreensão, portanto se abra.
O que você realmente quer? Amor existe e falando de pessoas reais e mundos reais, existem pessoas mais fantásticas do que sua “pessoa ideal” poderia ser. Pois esse ideal quase sempre foi criado para você justificar sua solidão.
O amor está a nossa volta e ao nosso alcance e não devemos correr atrás dele, mas sim nos tornar permeáveis a sua realização, isso significa, tirar os obstáculos que nos impedem de vivenciá-lo. Caso contra´rio você pode acabar se envolvendo com pessoas “erradas” inatingíveis, e que sempre farão você sofrer.
Amar é aceitar que existem conflitos: Você vai experimentar conflitos ao amar, é inevitável, o que você não pode é focar sua agressividade na relação, ou pior ainda, aceitar tudo com submissão, pois isso tornará a relação de ambos um processo de dependência emocional e de destruição que poderá levar a resultados desastrosos.
Para amar é preciso aprender a viver com as dificuldades de conviver com diferentes formas de agir, sentir, pensar e também amar – isso sem querer anular as diferenças – portanto sem fazer DR (Discutir a Relação – maiores dúvidas leia os textos anteriores). Pois forçar a pessoa amada a viver de acordo com nossos moldes é egoísmo, pois o que deseja nesse caso é uma brincadeira de bonecas entre adultos e não uma relação de verdade. Valorizar profundamente o amor é amar a pessoa por tudo que ela é, sem exceção.
(continua na Parte 2)
Escrito por Alprim às 18h43
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Por que ‘Déficit Nominal Zero’ é uma falácia? (ou melhor: Delfim volta dos mortos!) – Parte 1

Hoje poucas pessoas realmente se lembram de como era a estrutura econômica na época do regime militar. Ela se baseava na premissa de que muitos deveriam fazer sacrifícios – traduzindo: a classe média – para garantir o crescimento da economia brasileira, o então ministro Delfim Netto cunhou a frase: “Primeiro fazer o Bolo Crescer para depois Repartir”. Para os que imaginam que tal afirmação tenha alguma lógica, basta lembrar que a distribuição de renda hoje no Brasil, 12ª das maiores economias mundiais, é a 2ª pior do mundo, só perdendo para Serra Leoa, que é a 174ª economia do mundo (!?!). Para situarmos em números essa disparidade, basta dizer que 10% da população mais rica detêm 60% da renda brasileira. Pelo jeito o bolo cresceu, mas só uma parte ínfima da população pode comê-lo.
Mas o governo Lula, sob pressão de sair do marasmo econômico em que se lançou, foi extremamente competente em fazer “mais do mesmo”, um continuísmo do governo FHC – cuja política econômica tanto criticou – em mais um lance “vintage” resolveu colocar Delfim Neto como novo guru econômico de Lula. Aliás, o lulistas pelo visto adoram revisitar o passado ditatorial militar, até um novo Projeto Rondon foi feito (seria um trauma não-resolvido com quem os ‘gerou’: o governo militar!).
Uma proposta, criada por Delfim, que circulava sem grande impacto entre os economistas de plantão, o déficit nominal zero, foi resgatada pelo ministro Palocci, que viu nela um bote salva-vidas num governo que naufraga na podridão.
Essa idéia, colocando em linguagem simples é ir mais longe nos índices de superávit governamentais, de forma que o governo possa mudar a forma pela qual contabiliza os seus gastos com despesas vinculadas constitucionalmente, com os juros da dívida pública.
O governo Lula tem se esforçado em criar “Superávits Primários” – política usada desde o governo FHC –, que é pegar o que se gasta – sem contar os juros das dívidas –, e subtrair do que se têm de caixa e ver quanto o governo consegue economizar, hoje essa economia está no mínimo em 4,25% do PIB, mas existem períodos em que é maior, há registros de meses em que essa economia ultrapassa os 6%.
Essa conta é baseada na desvinculação de receitas do governo retirando a obrigação constitucional do governo em investir em setores como educação, saúde, moradia e transportes. E para poder fazer isso legalmente é preciso aprovar uma Emenda Constitucional, – que já foi aprovada há alguns anos e permite a desvinculação de 20% do total –, mas para realizarmos o plano elaborado por Delfim Netto, Déficit Nominal Zero, esses valores teriam de ser no mínimo 40%, pois o superávit necessário chegaria a casa dos 8/10% do PIB e engessaria o governo de tal forma que todos os investimentos deixariam de existir até pelo menos 2010. Agora explicando o Déficit Nominal Zero. Em linguagem simples, na conta do governo ao invés de pagar só o bruto da dívida, sem os juros, ele passaria a contar os juros também. Colocando claramente, os bancos que são os maiores credores do governo, teriam suas posições garantidas pela força da lei e todo o restante do país teria de abrir mão dos serviços essenciais para isso. Em miúdos, uma insanidade.
Escrito por Alprim às 16h58
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Por que ‘Déficit Nominal Zero’ é uma falácia? (ou melhor: Delfim Netto volta dos mortos!) – Parte 2

O Déficit Nominal Zero, segundo o deputado Delfim Netto e seus articuladores, seria uma saída real para baixarmos os juros reais, elevar a confiança no governo, reestruturar o padrão da dívida, criando um clima de crescimento sustentado, algo que o governo Lula prometeu e até hoje não deu a menor demonstração de ser capaz de realizar – para os que queiram defendê-lo alegando o crescimento do PIB, vale lembrar que as commodities agrícolas, que garantiram o crescimento do PIB brasileiro, sofreram o efeito de uma bolha nos últimos 2 anos, bolha aliás, que já estourou.
Porém essas afirmações são falácias baseadas em economês, aquela língua que os economistas falam – um linguajar específico, serve para delimitar um campo da realidade, criando zonas de poder e manipulação – pois se analisarmos as palavras por detrás dos significados e de seus contextos, a idéia de Delfim Neto se esvai como fumaça.
O Déficit Nominal Zero, pressupõe criar um “clima de confiança” no Brasil como “bom pagador”, porém exigirá índices por vezes inatingíveis de superávits, criando dessa forma uma real desconfiança da capacidade brasileira de honrar esses contratos, até porque, para os interessados: bancos e o mercado financeiro mundial, os juros e as dívidas estarão garantidos. Paradoxalmente dessa forma cria-se um outro tipo de confiança, a de que os juros reais não tenderão a baixar.
Pensemos. Se o governo garante que os juros e a dívida serão pagos, porque não garantir que os ganhos continuem altos? Porque um grupo de empresas, que vivem do lucro – e isso, afirmo categoricamente, é perfeitamente legítimo – não vão garantir a seus acionistas e investidores ganhos cada vez maiores, ou pelo menos iguais? Porque razão obscura, o mercado iria estimular juros menores, se ele, mesmo aumentando os juros, tem seus pagamentos garantidos.
É como eu pedir para que as empresas brasileiras, por gentileza e com muita educação lucrem menos. Para quem não sabe, empresas são feitas para lucrar, traduzindo: O que Delfim Neto pressupõe é um absurdo, é paradoxal, pois vai contra o alicerce de qualquer sistema capitalista.
Agora vamos aos outros pontos da proposta, a confiança de pagamento do governo, como vimos não resulta em diminuição de juros, mas sim em seu provável aumento, além do que a reestruturação da dívida brasileira de curto para longo prazo também não seria efetuada, pelo simples motivo de que não faria a menor diferença, tecnicamente, aliás, o mercado financeiro, vendo o possível atoleiro que esse plano tenderia a ser, estabeleceria suas posições de forma a recuperar rapidamente os seus ganhos em caso de problemas na condução dessa linha de política econômica, portanto a relação de prazos da dívida atual dificilmente se alteraria.
Para se criar um ritmo de crescimento sustentado é preciso haver meios baratos de financiamento elaboração de infra-estruturas básicas e um aporte de mão-de-obra e de mercados que cria uma situação favorável, o básico de qualquer visão econômica. Porém, com o “Plano Delfim”, o custeio das dívidas se manteria inalterado, ou até cresceria, o governo não poderia investir, por estar engessado no processo de zerar o déficit e também o consumo local e sua capacidade de gerar poupança estaria comprometido, justamente pela falta de crescimento, dessa forma temos um círculo vicioso, uma cobra que não só morde o próprio rabo, mas o engole até que morra.
Escrito por Alprim às 16h56
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| 08/07/2005 |
Desculpem, mas andei gripado...
Olá a todos,
Desculpem não ter postado novos textos essa semana, mas fiquei doente, peguei uma gripe braba e não tive como escrever nada de novo, mas prometo q logo já vou postar novos textos.
Agradeço a contribuição de todos e a sua compreensão também.
Bjs
Alex Alprim
Escrito por Alprim às 14h58
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